sexta-feira, 22 de março de 2013

Espermatozoides sem motilidades,baixa taxa...Garrafadas de Ervas Medicinais que estimulam!


Anormalidades nos espermatozoides

Mais de 90% dos casos de infertilidade masculina se devem à baixa quantidade ou qualidade de espermatozóide (ou a ambos). Em 30% a 40% dos casos de anormalidades do espermatozóide, a causa é desconhecida. Esse quadro pode ser o resultado de um ou mais fatores que incluem doença crônica, desnutrição, defeitos genéticos, anormalidades estruturais e fatores ambientais. A obstrução parcial de alguma área por onde os espermatozóides passam pode reduzir a quantidade deles. Segundo um estudo, acredita-se que a obstrução responda por mais de 60% dos casos de quantidade baixa de espermatozóides. A própria obstrução pode ser causada por diversos fatores.
Definição de anormalidades nos espermatozóides
As categorias de anormalidades nos espermatozóides consideram se há problemas na quantidade, na qualidade e no formato dos espermatozóides.

Quantidade baixa de espermatozóides (oligospermia)
No passado, acreditava-se que uma quantidade de espermatozóides inferior a 40 milhões/ml na ejaculação poderia causar infertilidade. Mas hoje, se a mulher é fértil e jovem, até um total de 10 milhões pode apresentar sucesso na concepção ao longo do tempo, mesmo sem tratamento. Em clínicas de fertilização, homens com baixa quantidade de espermatozóides são responsáveis por uma taxa de fecundação de cerca de 30%, enquanto que aqueles com quantidade dentro da média apresentam taxas entre 60% a 80%. O total de espermatozóides varia muito ao longo do tempo, sendo que é normal registrar quantidade baixa temporariamente. Assim, um teste único que revela baixa quantidade de espermatozóides não pode ser considerado como resultado significativo.
Baixa mobilidade do espermatozóide (astenospermia)
A mobilidade do espermatozóide diz respeito a sua capacidade de se mover. Se o movimento é lento, não linear ou ambos, o espermatozóide terá dificuldade para ultrapassar o muco cervical ou para penetrar a rígida parte externa do óvulo. Se 60% dos espermatozóides ou mais deles apresentarem mobilidade normal, o espermatozóide tem ao menos qualidade. Se menos de 40% deles não conseguirem se mover de forma linear, o quadro é considerado anormal. Espermatozóides que se movem lentamente também podem apresentar defeitos genéticos ou outros defeitos que os tornam incapazes de fecundar um óvulo. Um importante estudo de 2001 identificou uma proteína na cauda do espermatozóide chamada CatSper, que pode exercer um papel fundamental na capacidade que ele tem de nadar e penetrar o óvulo.
Morfologia anormal do espermatozóide (teratospermia)
Morfologia se refere ao formato e estrutura de um objeto. Nesse caso, ela pode ser até mais importante do que a quantidade e a mobilidade no que diz respeito ao potencial de fertilidade. Espermatozóides com formato anormal não conseguem fecundar um óvulo. Cerca de 60% deles deve ter tamanho e formato normais para a fertilidade ser considerada adequada.
A estrutura perfeita é uma cabeça oval e uma cauda longa. Espermatozóides com formato anormal abrangem uma série de variações.
  • Cabeça arredondada grande (um estudo revelou que se 14% ou mais espermatozóides apresentarem grandes cabeças arredondadas, as chances de gravidez caem para cerca de 20%. Tal anormalidade indica desconexão prematura de material genético).
  • Cabeça extremamente minúscula.
  • Cabeça afilada.
  • Cabeça curva.
  • Duas cabeças.
  • Cauda com dobras e curvas.
Fragmentação genética
O espermatozóide carrega metade do material genético necessário para conceber um ser humano completo (o óvulo carrega a outra metade). Os genes ficam dentro de estruturas, chamadas cromossomos, que parecem hastes. Os próprios genes são feitos de cadeias de moléculas chamadas DNA que carregam a informação que define um ser humano. Espermatozóides geneticamente frágeis são uma importante causa de infertilidade masculina. Eles possuem cadeias fragmentadas de DNA, que os deixam com baixa qualidade e que os tornam menos capazes de fecundar.

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